Na última semana, o socialista Alberto Carlos Almeida, publicou sua opinião na Revista Época, sob o título “A greve remunerada dos professores universitários”. Neste artigo o autor critica o atual modelo de greve, definido em leis, dos profissionais da Educação Superior no Brasil. O sociólogo abre o artigo com a frase: Você, leitor, provavelmente nunca teve o privilégio de parar de trabalhar e, mesmo assim, continuar recebendo o salário integral na data correta. É o que acontece agora com os professores das universidades federais. Desde 17 de maio, eles estão em greve. Pararam de dar aulas e continuam recebendo seus salários. Igualmente grave é sermos nós, contribuintes, que pagamos o salário de quem não trabalha. É um absurdo em cima de outro absurdo. O termo privilégio, segundo nossos dicionários, refere-se a alguma vantagem concedida a um ou mais pessoas, em detrimento de outros e contra a regra geral. O termo qualifica a sentença “parar de trabalhar e, mesmo assim, continuar...